Congresso Americano de Dermatologia abordou doenças crônicas 

O Congresso Americano de Dermatologia, promovido pela Academia Americana de Dermatologia, que ocorreu na cidade de Boston no mês de março, é o principal evento da dermatologia. Ele ocorre anualmente e apresenta as novidades em procedimentos, técnicas, protocolos, medicamentos e produtos para os profissionais da área.

Além de abordar as novidades relacionadas à estética e beleza, na edição deste ano ouvimos também a respeito do tratamento de doenças crônicas, como vitiligo e hidrosadenite. 

Estima-se que mais de 1 milhão de brasileiros convivam com o vitiligo, uma condição não transmissível, que afeta os melanócitos, as células que produzem o pigmento da pele. O resultado são as conhecidas manchas brancas, causadas pela despigmentação da área. 

Por ser uma doença crônica, não existe uma cura definitiva para o vitiligo, mas é possível tratar e manter o seu avanço sob controle. 

Já a hidrosadenite ou hidradenite supurativa é uma doença inflamatória do folículo piloso e é caracterizada pelo aparecimento de nódulos, abscessos e fístulas dolorosas e que drenam pus. 

É uma condição que afeta diretamente a qualidade de vida dos pacientes, tanto pela estética e incômodo físico, uma vez que acomete áreas como virilha, axilas, entre as mamas e outras regiões. 

Então, de acordo com o que foi falado no Congresso, podemos contar com o auxílio dos medicamentos chamados de terapia alvo, moléculas feitas para se encaixarem nas moléculas que estão causando problemas em determinadas doenças. 

Assim, existem as pequenas moléculas e as grandes, que são os medicamentos imunobiológicos, indicados para tratar, além da hidrosadenite e do vitiligo, a psoríase e a dermatite atópica. 

Então, se você tem alguma dessas doenças ou lesões na pele que ainda não foram diagnosticadas, agende a sua consulta e vamos lançar mão dos novos tratamentos. 

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