Quando nossa pele sofre um trauma, ela passa por um processo natural de cura: a cicatrização. Esse processo pode deixar marcas maiores ou menores, e a isso chamamos de cicatriz.

Existem vários tipos de cicatriz: cicatrizes atróficas (comuns em casos de cirurgia e acne, por exemplo), hipertróficas (elevadas) e quelóides (não param de crescer). Além de poderem provocar desconforto estético e abalar a autoestima, algumas cicatrizes podem provocar coceira e dor.

No entanto, não é preciso conviver com os efeitos emocionais ou físicos das cicatrizes. Atualmente, existem diversas opções de tratamentos. O tratamento aplicado corretamente torna a coloração e o relevo da cicatriz mais parecidos com os da pele ao redor, e o resultado é uma significativa melhora no aspecto da cicatriz.

Caso você sinta incômodo por alguma cicatriz, consulte o médico dermatologista para descobrir o melhor tratamento para seu caso.

Tratamentos
– Corticóides: aplicados em cremes ou com injeções locais (geralmente, uma sessão por mês), estimulam a produção de colágeno no local da cicatriz, podendo reduzir sua espessura e aliviar sintomas como dor e coceira. Em geral, são um coadjuvante no tratamento de cicatrizes hipertróficas ou quelóides.
– Placas de silicone de uso local: o uso tópico das placas de silicone costuma ser indicado para cicatrizes hipertróficas ou quelóides. Indolor e não invasivo, este método é mais eficaz quando utilizado precocemente (no início da formação da cicatriz).
– Crioterapia: o spray gelado de nitrogênio líquido pode ser indicado como coadjuvante no tratamento de cicatrizes hipertróficas e quelóides.
– Laser: os tratamentos a laser são bastante eficazes na redução de todos os tipos de cicatriz. O aparelho Fotona utiliza dois tipos de laser: o Nd:YAG, que atua mais profundamente na pele e melhora o aspecto de cicatrizes hipertróficas; e o Er:YAG, que faz um “resurfacing” ao agir na pele mais superficial, sendo ideal para cicatrizes atróficas (como é o caso das cicatrizes da acne). Laser fracionado e luz intensa pulsada são outros métodos utilizados.
– Intervenção cirúrgica: indicada para casos mais graves, a cirurgia geralmente é associada a outros tratamentos não invasivos. Em casos de quelóide, a cirurgia é mais arriscada, pois pode provocar um agravamento do problema. Por isso, é importante fazer uma avaliação com dermatológico qualificado.

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