Você sabia que o câncer de pele é o tipo de câncer mais frequente no Brasil? Segundo o Instituto Nacional do Câncer, os carcinomas (não melanoma) correspondem a 30% dos tumores malignos registrados no País, totalizando 165.580 casos em 2018.

Embora esses números sejam assustadores, a boa notícia é que o câncer de pele não melanoma tem alta chance de cura, desde que detectado precocemente. Além disso, é possível prevenir o surgimento da doença. Por isso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) celebra neste mês o Dezembro Laranja, campanha nacional de prevenção o câncer de pele, com mutirões de atendimento e ações de comunicação para conscientizar a população. O mote da campanha em 2018 é “Se exponha, mas não se queime”.

A clínica Dermacenter, na Zona Oeste de São Paulo, promove o acesso a atendimento de qualidade, com médicos dermatologistas formados nas mais renomadas instituições de ensino do Brasil (como USP e Santa Casa de São Paulo) e tecnologias de última geração. Também conscientiza regularmente seus pacientes e o público em geral sobre a importância de proteger a pele do sol.

Continue lendo para saber como proteger sua pele contra o câncer.

PREVENÇÃO

  • Evite expor a pele ao sol, principalmente entre 10h e 16h.
  • Utilize diariamente um protetor solar com fator de proteção (FPS) 30 ou mais, mesmo em dias nublados. Lembre-se de reaplicar o filtro solar a cada duas, ou após entrar na piscina ou no mar.
  • Roupas e acessórios com proteção solar também são eficazes, como chapéus, óculos, bonés e camisetas.
  • Pessoas de todas as idades e tons de pele devem se proteger contra a radiação solar.

 

DIAGNÓSTICO PRECOCE

Existem vários tipos de câncer de pele, e cada um tem características diferentes. Os carcinomas (câncer não melanoma) são os de maior incidência, mas também os de letalidade mais baixa e alta probabilidade de cura. Já o melanoma é menos frequente, porém com maior índice de mortalidade (ainda assim, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, as chances de cura são de mais de 90%).

Tanto nos casos de não melanoma quanto de melanoma, a detecção precoce é fundamental. Os sintomas podem se assemelhar a pintas, verrugas ou manchas benignas, por isso é fundamental que todas as pessoas façam acompanhamento de rotina com o médico dermatologista – profissional mais qualificado para identificar lesões pré-cancerosas e cancerosas e fazer o diagnóstico corretamente.

TRATAMENTOS

Entre os tratamentos para o câncer de pele não melanoma, estão cirurgia tradicional (remoção da lesão) e criocirurgia (congelamento da lesão com nitrogênio). A terapia fotodinâmica também é uma opção para muitos casos. Radioterapia, quimioterapia, imunoterapia e medicações orais e tópicas também podem ser necessárias. Os planos de tratamento do melanoma podem incluir cirurgia e terapia-alvo oral, eficaz no controle da doença e na melhora da qualidade de vida dos pacientes.